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Conta de energia pode chegar a US$ 1.000 no verão, com Flórida e Arizona entre os estados mais afetados

As contas de energia devem pesar mais no bolso neste verão, segundo uma nova análise da Associação Nacional de Diretores de Assistência Energética (NEADA).

A projeção indica que o gasto médio entre junho e setembro deve chegar perto de US$ 800 por residência, um aumento de mais de 10% em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionado pelas altas temperaturas e pelo uso intenso de ar-condicionado.

O aumento já começa a ser sentido no sul da Flórida. O AcheiUSA recebeu relatos de moradores de Miami-Dade que afirmam estar contestando contas consideradas elevadas. Em alguns casos, contas que eram cobradas em torno de US$ 150 a US$ 160 por mês passaram a chegar a US$ 700, o que levou consumidores a buscar explicações junto às concessionárias.

Segundo a agência, o cenário reflete uma pressão crescente no sistema energético dos Estados Unidos, com aumento da demanda durante ondas de calor e repasses de custos ligados à modernização da rede elétrica e expansão de infraestrutura, incluindo data centers.

Dados mostram que a conta de luz já vinha subindo de forma constante no país. Entre 2019 e 2024, o valor médio mensal aumentou cerca de 23%.

O impacto varia por região. Estados mais quentes tendem a registrar contas mais altas no verão, como o Arizona, onde os gastos podem ultrapassar US$ 1.000. Já em áreas mais frias, como Dakota do Norte e Washington, os valores ficam abaixo da média nacional.

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Fonte: AcheiUSA