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Visitamos o Cacau Park e conhecemos detalhes de um simulador inédito na América Latina. Veja fotos!

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Desde o anúncio do Cacau Park, no fim de 2024, a área da Aventura Maia já aparecia como uma das mais adiantadas do futuro parque temático da Cacau Show. Hoje, o Melhores Destinos visitou o espaço em Itu, a cerca de 90 km de São Paulo, e pudemos ver com exclusividade o que aguarda os visitantes em uma das principais atrações do Cacau Park.

Os prédios dos dois brinquedos principais da Aventura Maia já estão prontos. Um deles, que o Melhores Destinos pode entrar (mas ainda sem brincar nele), é a Mad House. Ele é um simulador que utiliza ilusões ópticas, criando a sensação de estar sendo virado de cabeça para baixo e para os lados, quando na verdade é apenas o ambiente ao redor que se move.

A área externa do simulador já está pronta

Mad House

Apesar de não termos brincado na atração, pudemos conhecer a ambientação da fila e também o preshow, a história contada antes de os visitantes entrarem na sala final.

“Essa é uma atração única na América Latina. Vamos passar por algumas salas temáticas para a gente descobrir a chave da janela de onde os maias olhavam as estrelas para entender qual é o momento certo para colher e plantar o cacau e as outras plantas”, explicou Alê Costa, CEO da Cacau Show e idealizador do parque, sobre o storytelling do brinquedo. Ele nos acompanhou durante o tour rápido pelo Cacau Park.

Bastante comum nos parques fora do Brasil, como a Disney ou a Universal, a ambientação da atração é algo que faz toda a diferença e ajuda a entreter os visitantes na fila. No Cacau Park, cerca de 10 brinquedos (ou mais) terão um preshow, algo que considero muito importante hoje em dia.

Na Mad House (o nome da atração ainda é temporário), vemos um cenário com muitas peças que lembram antigos artefatos incas, luzes, fumaça e até chuva em um dos cenários. No total, 72 pessoas poderão entrar no brinquedo por ciclo, mas antes disso os visitantes vão passando por essas salas temáticas, até chegar ao preshow, que não podemos filmar nem registrar imagens para manter o suspense da história.

Essa é a fila por onde os visitantes vão passar pela primeira sala:

Detalhes da segunda sala, que é mais escura e com fumaça:

A terceira sala é a mais imersiva. O boneco ganha projeções e fala com os visitantes. Em um momento, até chove nele: a água, vale lembrar, é importante para a produção do cacau (aqui representada nas luminárias coloridas no chão).

Para chegar ao preshow (que não pudemos fazer fotos), passamos por esse corredor.

Esses são alguns detalhes da última sala, após o preshow e antes de entrar no simulador em si:

Vendo apenas a ambientação e a tecnologia utilizada nesse brinquedo (e o que o parque está construindo), a impressão é que o Cacau Park quer mirar um padrão de experiência bem próximo ao de grandes parques internacionais.

Há dois meses estive na Disney em Orlando e o que vi hoje muito se assemelha ao que vi lá, guardadas as devidas proporções, lógico (afinal, apenas a Disney tem a magia do Castelo da Cinderela e personagens como o Mickey).

Flying Theater

A outra atração bastante evoluída é o primeiro Flying Theater da América do Sul. “Ele é igual ao Soarin’, da Disney”, contou Alê Costa.

Se no simulador da Disney os visitantes sobrevoam diferentes cenários dos Estados Unidos, o brinquedo do Cacau Park trará diferentes imagens no enorme telão. Será que veremos florestas de cacau e outros temas relacionados ao chocolate? “Isso já não posso falar”, desconversou Alê.

Prédio do Flying Theater

O chocolate e o cacau, claro, são os principais temas do parque da Cacau Show. Ele tem previsão de abrir as portas em dezembro do ano que vem. Assim que tivermos mais notícias e novidades do parque (espero que logo), traremos tudo aqui!


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Fonte: Melhores Destinos