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Catedral de Notre Dame prepara novos vitrais para outubro sete anos após incêndio

Clérigos lideram a cerimônia da Via Sacra para celebrar a Sexta-feira Santa na Catedral de Notre Dame, sexta-feira, 18 de abril de 2025, em Paris — Foto: AP Photo/Michel Euler

Os seis novos vitrais criados pela artista francesa Claire Tabouret para a Catedral de Notre-Dame, em Paris, serão instalados entre outubro e novembro deste ano. A previsão é que sejam apresentados ao público em dezembro, segundo o órgão público Reconstruir Notre-Dame, nesta quinta-feira (23)

Segundo o presidente da instituição, Philippe Jost, a produção será concluída em setembro e segue dentro do cronograma. Ele deu a declaração durante visita ao ateliê Simon Marq, na cidade de Reims, no nordeste da França, onde as peças são fabricadas.

A ministra da Cultura da França, Catherine Pégard, afirmou que a instalação dos vitrais será “outro grande momento” para a catedral. A Notre-Dame foi reaberta em dezembro de 2024, cinco anos após o incêndio que destruiu parte do monumento.

De acordo com Anne Catherine Perreau, responsável pelo ateliê Simon Marq, cerca de 70% do trabalho já foi concluído. Três vitrais estão prontos, um quarto deve ser finalizado na próxima semana e os dois restantes estão em fase avançada de produção.

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Cada vitral retrata um versículo da Bíblia relacionado ao Pentecostes, tema escolhido pelo arcebispo de Paris. As novas obras, financiadas pelo governo francês, vão substituir seis dos sete vitrais instalados no lado sul da nave da catedral durante a restauração conduzida por Eugène Viollet-le-Duc, em 1864.

Os vitrais antigos, que não foram danificados pelo incêndio, passam por um processo de descontaminação de amianto antes da restauração. Depois, serão expostos ao público. Quatro ficarão no Castelo de Pierrefonds, no norte da França, e dois serão enviados para a Cidade da Arquitetura e do Patrimônio, em Paris.

A substituição das peças do século XIX provocou críticas de especialistas e defensores do patrimônio histórico. Eles questionam a necessidade da troca e o custo do projeto.

Agora no g1

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Fonte: G1

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