


Os estudantes que ocupam desde a manhã de hoje (28) a Universidade Nacional de Engenharia da Nicarágua em protesto contra o governo do presidente Daniel Ortega foram atacados por um grupo de pessoas.
O presidente do Chile, Sebastián Piñera, assinou hoje (28) um projeto de lei para incorporar na Constituição a obrigação de o governo promover a igualdade plena de gênero no país.
Banco adverte que são necessários acordos mais abrangentes para aumentar o comércio em toda a América Latina

WASHINGTON — A professora aposentada Yvonne Mason, de 61 anos, passou os últimos 17 anos em salas de aula ensinando inglês para alunos do ensino fundamental e médio. No início do mês, precisou retomar a prática de correção de redação após receber…Leia mais

Especialistas descartam comparação e ressaltam desequilíbrio econômico estrutural e crônico no país de Maduro. Motoristas fazem fila em posto de gasolina na Marginal Tietê, na Zona Norte de SP
Felipe Rau/Estadão Conteúdo
Filas quilométricas nos postos de gasolina e prateleiras de feiras e supermercados vazias são imagens do Plano Cruzado, no governo Sarney, que os brasileiros apagaram da memória e habituaram-se a associar à realidade da Venezuela. Essa combinação de desabastecimento, hiperinflação e desnutrição forçou, nos últimos anos, o êxodo de 50 mil venezuelanos para território brasileiro.
Quando o nosso combustível acabou e diferentes tipos de produtos começaram a ficar escassos, a comparação foi automática, em filas de supermercados, em declarações indignadas de políticos, em memes nas redes sociais. Mas, afinal, além de prateleiras vazias, o que há de Venezuela na crise de abastecimento do Brasil? Pouca coisa, asseguram analistas brasileiros familiarizados com a situação venezuelana.
Até a palavra caos soa diferente nos dois países — temporário, para o Brasil; crônico e absoluto, para a Venezuela. Aqui, o desequilíbrio econômico é momentâneo; lá, estrutural.
Professor de relações internacionais da Fundação Getúlio Vargas, o pesquisador Oliver Stuenkel diz que o paralelo é injusto com os venezuelanos, “chega a ser irresponsável e subestima o sofrimento diário da população”.
No país de Nicolás Maduro, que controla forças armadas, Judiciário e Legislativo, a escassez é sistêmica, fruto do colapso produtivo, da inflação estimada em 14.000% em 2018, da incapacidade de importação e da inoperância do governo.
Área de açougue de um supermercado em Caracas, em janeiro: escassez de produtos no país jé é crônica
Marco Bello/Reuters
“Suas dimensões são incomparáveis ao que vivemos aqui nos últimos dias. O Brasil tem apenas um desafio logístico, com poucos dias de desconforto. Já a Venezuela levará décadas para se recuperar”, atesta Stuenkel.
Nem na avaliação mais pessimista do cientista político Maurício Santoro, professor de relações internacionais da Uerj, o Brasil caminha na direção da Venezuela, país que reflete uma realidade catastrófica sem ter enfrentado guerras ou desastres naturais. Prova da fome e da escassez, venezuelanos perderam em média 11 quilos em 2017.
“Para o Brasil, a Venezuela funciona como um espelho sombrio, um lembrete da má gestão política, do que pode dar errado”, afirma Santoro.
Por outro lado, observa, o desabastecimento da última semana aproxima o brasileiro da realidade venezuelana, cria empatia a uma crise que se agravou desde 2014 no país vizinho.
“O desabastecimento ocorreu de forma muito rápida, surpreendeu os brasileiros e inflou um discurso eleitoreiro, calcado na raiva e na polarização ideológica”, avalia Santoro.
Professor de energia e mmbiente da USP, o economista Edmilson Moutinho dos Santos diz que Brasil e Venezuela se assemelham e se diferenciam em suas penúrias e instabilidades. Desta forma, imagens de prateleiras vazias e aparente incapacidade de governança estimulam a comparação entre os dois países.
No seu entender, o Brasil deve recomeçar a rodar, após recompor a capacidade de negociação e amortizar o choque dos preços do petróleo, mesmo com um cenário instável. “A situação venezuelana é mais complexa. Preços de petróleo mais altos alimentarão as máquinas de poder, de corrupção, de autoritarismo e de ineficiência”, avalia.
Sandra Cohen é jornalista especializada em assuntos internacionais. Foi editora de Mundo do jornal ‘O Globo’ durante 14 anos, de 2004 a 2018.Twitter: @Sandracoh

Dassault, ex-senador, estava envolvido em vários casos de corrupção, de acordo com o “Le Monde”.

O presidente do Paraguai, Horacio Cartes, renunciou nesta segunda-feira (28) a seu posto, meses antes de terminar seu mandato. A posse do recém-eleito Mario Abdo Benítez está marcada para dia 15 de agosto.
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As estatísticas apontam que este ano é o mais violento da história recente no México no que refere a agressões e assassinatos de mulheres no país.

LONDRES — Durante um passeio com seus cães na praia Rhossili, em Swansea, no País de Gales, Bethan Janetta se deparou com os restos em decomposição de um animal misterioso. A carcaça media cerca de um metro de comprimento, com cauda longa e a cabeça…Leia mais

“É um ato excepcional, e por isso, a partir de hoje, todos seus documentos serão regularizados e vamos dar início a um processo para que você possa obter sua cidadania francesa”, afirmou o presidente francês, segundo a Rádio França Internacional (RFI).