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Crise de combustíveis é a maior em décadas, diz ANP; normalização em uma semana

Ele afirmou que em São Paulo, onde estão as principais refinarias, a situação segue “bem complicada”, porque ainda há muitos bloqueios e caminhoneiros que resistem em encerrar o movimento.
A região do Porto de Suape, em Pernambuco, também é vista como ainda em estado “crítico”, segundo ele, que classificou a situação como “ruim” em Minas Gerais, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Sergipe.
Por outro lado, há uma maior fluidez de abastecimento em grandes cidades como Rio de Janeiro e Brasília, depois que algumas associações de caminhoneiros responsáveis pelo movimento recomendaram o fim da paralisação após o pacote de medidas do governo em atendimento às demandas da categoria.
Também contribuiu para a melhora no abastecimento de combustíveis a realização de escoltas de tropas federais a caminhões-tanques por todo país.
“A situação está melhorando. No RJ já há postos com algum combustível. Em Brasília já não há mais bloqueio nas bases de distribuição, com caminhões saindo em comboios e postos já abastecendo”, disse o diretor da ANP.
“Dependendo da logística de cada lugar, volta ao normal em cerca de uma semana, mas em alguns lugares até mais de uma semana”, acrescentou.

Fonte: Folha de S.Paulo