Ele afirmou que em São Paulo, onde estão as principais refinarias, a situação segue “bem complicada”, porque ainda há muitos bloqueios e caminhoneiros que resistem em encerrar o movimento.
A região do Porto de Suape, em Pernambuco, também é vista como ainda em estado “crÃtico”, segundo ele, que classificou a situação como “ruim” em Minas Gerais, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Sergipe.
Por outro lado, há uma maior fluidez de abastecimento em grandes cidades como Rio de Janeiro e BrasÃlia, depois que algumas associações de caminhoneiros responsáveis pelo movimento recomendaram o fim da paralisação após o pacote de medidas do governo em atendimento à s demandas da categoria.
Também contribuiu para a melhora no abastecimento de combustÃveis a realização de escoltas de tropas federais a caminhões-tanques por todo paÃs.
“A situação está melhorando. No RJ já há postos com algum combustÃvel. Em BrasÃlia já não há mais bloqueio nas bases de distribuição, com caminhões saindo em comboios e postos já abastecendo”, disse o diretor da ANP.
“Dependendo da logÃstica de cada lugar, volta ao normal em cerca de uma semana, mas em alguns lugares até mais de uma semana”, acrescentou.
