Na zona oeste de São Paulo, o mecânico Flávio Gonçalves, 27, comprava dois galões com 20 litros de álcool cada em um posto na avenida Politécnica, na região do Rio Pequeno, por volta das 4h. “Moro em Cotia, mas deixo o carro na casa do meu pai que fica aqui perto”, disse.
Na mesma avenida, outro posto voltava a funcionar nesta madrugada após ser abastecido por dois caminhões-tanques com combustÃvel. Com a gasolina custando R$ 4,39 o litro e o álcool a R$ 2,79, o local não atraia os motoristas que preferiam pegar filas em postos próximos com menores preços.
Em um posto na avenida Corifeu de Azevedo Marques, na região do Butantã, motoristas formavam duas filas para colocar combustÃvel nos veÃculos. O tempo de espera era de aproximadamente meia hora.
Morador da região, Josinelson Alves, 41, tentava encher o tanque de uma das cinco Kombi que utiliza para trabalhar no seu buffet. “Quando fiquei sabendo da greve coloquei combustÃvel em todas as peruas, se não tivesse feito isso teria perdido cliente”, falou.
Por volta das 3h, não havia combustÃvel em nenhum posto da avenida Sumaré.
