Locais sagrados em Jerusalém reabrem após 40 dias fechados
“Estou muito feliz por estar de volta ao Muro das Lamentações depois de 40 dias, por tocar as pedras sagradas e por estar aqui”, comemorou uma jovem de 18 anos à agência de notícias Reuters.
Fiéis judeus oram no Muro das Lamentações, o local de oração mais sagrado do judaísmo, após sua abertura ao público — Foto: REUTERS/Ronen Zvulun
Fiéis judeus oram no Muro das Lamentações, o local de oração mais sagrado do judaísmo, após sua abertura ao público — Foto: REUTERS/Ronen Zvulun
Nesta quinta, o Patriarca Ortodoxo Grego de Jerusalém , Teófilo III, liderou a cerimônia do Lava-pés durante a Semana Santa da Páscoa Ortodoxa na igreja.
“É um sentimento indescritível, porque nosso jejum não pode ser completo sem a Igreja do Santo Sepulcro. É o lugar para onde vamos quando estamos espiritualmente exaustos, quando queremos que Cristo esteja conosco em nossos dias. Sem a Igreja do Santo Sepulcro, não podemos vivenciar o jejum plenamente. O fechamento da igreja foi triste para nós, partiu nossos corações e nos afastou do lugar que consideramos o mais sagrado”, afirmou um fiel.
Fiéis se reúnem na Igreja do Santo Sepulcro após sua reabertura ao público — Foto: REUTERS/Ronen Zvulun
Fiéis se reúnem na Igreja do Santo Sepulcro após sua reabertura ao público — Foto: REUTERS/Ronen Zvulun
Na Mesquita de Al-Aqsa, também conhecida pelos judeus como Monte do Templo, centenas de muçulmanos reuniram-se já ao amanhecer.
Mais tarde, a presença de fiéis judeus no complexo da mesquita, que tiveram o acesso autorizado pela polícia israelense, foi considerada provocativa pelos presentes.
Fiéis muçulmanos no complexo de Al-Aqsa, também conhecido pelos judeus como Monte do Templo, em Jerusalém — Foto: REUTERS/Sinan Abu Mayzer
Fiéis muçulmanos no complexo de Al-Aqsa, também conhecido pelos judeus como Monte do Templo, em Jerusalém — Foto: REUTERS/Sinan Abu Mayzer
Fonte: G1