Celina Costa: de fumante e sedentária a maratonista na China, New York, Paris e muito mais

Celina Costa é natural de Contagem (MG), mas atualmente vive em Hyannis – Cape Cod. Ela tem 52…

Celina Costa é natural de Contagem (MG), mas atualmente vive em Hyannis – Cape Cod. Ela tem 52 anos e uma história de muita luta, mas hoje vamos falar sobre um campo de sua vida em específico: o do esporte, mais especificamente da corrida. A brasileira tem em torno de 200 medalhas de corridas, mais de 40 troféus e ganhou, em 2002, 1º lugar da ultramaratona de 24h em Campinas, conquistando R$ 1.500 reais, que lhe ajudou a comprar passagens para correr pela primeira vez nos EUA.

Ela já participou de eventos como a maratona da Disney (duas vezes), a Muralha da China (várias vezes), entre várias outras. No próximo mês, inclusive, vai correr Berlim e Chicago.

Sua história com a corrida começou quando ela tinha 29 anos e era fumante. Ela fumava dois maços de cigarros por dia e também bebia muito. Até que seu namorado no tempo a desafiou a correr 10 KM e ainda afirmou que quando a beijava tinha a sensação que estava lambendo um cinzeiro. 

“E eu vou te falar: eu gostava muito de fumar, mas eu já não estava saudável devido tanto que eu fumava e bebia. A quarta maratona de São Paulo de 1998 seria no próximo final de semana e eu me inscrevi na segunda-feira. Fiz uma promessa quando estava correndo nesse dia, que se eu conseguisse chegar e pegar a minha primeira medalha eu pararia de fumar e continuaria correndo, e foi o que eu fiz. Eu consegui completar a maratona de São Paulo em 4 horas 54 minutos e 51 segundos e ganhei a minha primeira medalha”, explica Celina.

Hoje, aos 52 anos, Celina já correu em Paris, vários estados no Brasil, China, Nova York, Califórnia e muito mais. Seu maior sonho era correr na Muralha da China e ela já realizou. Mas, ainda assim, muitas pessoas se surpreendem com seus resultados ou, a cada competição, desacreditam que ela vai conseguir, especialmente por um motivo muito específico: ela trabalha como diarista. Segundo a brasileira, seu treino é subindo e descendo escadas ao limpar as casas.

“Interessante que muitas pessoas não acreditam em mim, que vou conseguir vencer, sabe? Por exemplo, para Muralha da China foram 5164 degraus subindo e descendo a muralha. Você tem que ter um treino, você tem que ter uma dieta, o melhor tênis, mas eu não tenho nada disso. Trabalho limpando casas, não tenho todos esses recursos, não treino com os melhores equipamentos, nada do tipo. Quando vou viajar, parcelo a viagem para conseguir ir, mas vou”, detalha Celina.

Ela não tem o que muitos atletas tem, mas em compensação, não lhe falta vontade para levar uma vida mais saudável, com mais disposição e principalmente: superar seus próprios limites e correr muito.

Abdicações e mudança de hábitos

Celina amava beber e amava fumar, mas trocou isso por esse novo hábito que se tornou uma verdadeira paixão em sua vida. “Sempre digo que eu troquei algo que eu gostava muito, que era fumar e beber, por algo que dói, que é correr, mas que é fantástico e gratificante também”, explica.

Sobre a dor, a brasileira pontua que não é que o esporte seja simplesmente doloroso, mas que naturalmente se você testa seus limites para avançar, por consequência alguma dor vai existir, mas que no final, o resultado é sempre o melhor possível: perceber que você está em constante evolução, sempre podendo ser melhor do que era.

É por isso que Celina convida várias pessoas diariamente, em todos locais que frequenta, para começarem também a correr. “Sempre convido meus amigos e familiares para correr. Aí nos primeiros dias que eles correm, ficam com a perna dolorida, com dificuldade para andar, mas eu sempre digo: eu também ficava. Em breve vocês não vão nem sentir. E é sempre verdade”, continua.

Segundo ela, ninguém precisa começar como maratonista, ou correr vários km. O ideal é que apenas comece, seja trotando ou até andando, até evoluir dia após dia. “Não diga que você não vai conseguir, se você quiser realmente, começa com um pouquinho hoje, caminha, trota, depois corre. Não pense muito não, apenas vá e seja feliz”, recomenda Celina.

Livro “Os desafios, as dores e os benefícios de ser uma corredora”

O que era para ser somente um desafio contra seu namorado anos atrás, tornou-se um verdadeiro refúgio particular. Depois de anos praticando a corrida, se Celina pudesse definir o esporte com apenas uma palavra, a escolhida seria liberdade.

“Quando estou correndo, eu me encontro. Eu tenho liberdade para gritar e eu grito muito. Sinto liberdade de sorrir, eu sinto liberdade de chorar. Em várias corridas eu já chorei, seja de dor, alegria, cansaço ou qualquer outro sentimento difícil de explicar. Eu tenho uma explosão de sentimentos e quando estou correndo eu me sinto livre para sentir tudo isso”, afirma Celina.

Tudo isso estará relatado em seu livro, que está sendo escrito por Celina com muito carinho, não só sobre sua história, mas também como um incentivo para outras pessoas também mudarem seus hábitos. O mesmo ainda está em produção, mas em breve haverá mais novidades através do seu facebook pessoal: https://www.facebook.com/celina.costa.1612/. Para entrar em contato com ela, ligue para: +1 (508) 280-0342


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Fonte: Redação Brazilian Times

Fonte: Brazilian Times

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