Monumento do Cristo Redentor, símbolo do Rio de Janeiro, completa 90 anos!

Monumento do Cristo Redentor é o cartão postal do Rio de Janeiro e do Brasil

 

Eleito uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno, O Cristo Redentor é o cartão postal do Rio de Janeiro, que recebe visitantes de várias partes do mundo – incluindo os EUA. O monumento, no Alto do Corcovado, foi concebido pelo engenheiro carioca, Heitor da Silva Costa, e pesa 1145 toneladas

 

Da Redação

O Cristo Redentor – o maior símbolo do Rio de Janeiro e do Brasil –,  completou 90 anos de história nesta terça-feira. Eleito uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno, é o cartão postal da cidade Maravilhosa, que recebe visitantes de várias partes do mundo – incluindo os EUA. O monumento, no Alto do Corcovado, concebido pelo engenheiro carioca, Heitor da Silva Costa (1873-1947), relata documentos, a princípio seria homenagear a princesa Isabel, pela recém-assinada Lei Áurea, que aboliu a escravidão no Brasil. Ela, no entanto, recusou tal reverência, sugerindo então a imagem de Jesus Cristo, o que foi prontamente aceito.

Imagem protegida contra descarga elétrica – A estátua pesa 1145 toneladas e é a terceira  maior escultura de Cristo no mundo – em uma estrutura de concreto armado, o monumento é revestido por um mosaico de pedras-sabão. Com 13 andares de altura, a imagem do Cristo Redentor tem todo um sistema de proteção, inclusive, a coroa é monitorada com proteção contra descargas elétricas de raios.

No interior, o Cristo conta com uma escada que percorre os 13 andares da construção. No nível número nove, há um coração também revestido com o mosaico de pedras-sabão. No andar acima, ficam os acessos aos braços, onde o humorista Renato Aragão saiu para beijar a mão do Cristo em 1991.

E no aniversário de nove décadas, uma restauração especial da estrutura foi planejada. A força-tarefa reuniu cerca de 40 pessoas, entre geólogos, artesãos, arquitetos, alpinistas e pedreiros para trabalhos de restauro minuciosos.

No ombro esquerdo do Cristo foram instalados um barômetro e um anemômetro ultrassônico, ambos de última geração. O barômetro mede a pressão atmosférica. Quando esse índice varia bruscamente, o tempo vai mudar no curto prazo. Já o anemômetro capta a velocidade do vento. “Nós fizemos restauro na cabeça, nas costas, laterais, no braço”, disse o alpinista Marcos Sidnei, durante a manutenção.

 

 

Fonte: Nossa Gente

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