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Governo Trump diz ter revogado mais de 300 mil vistos

Donald Trump fala a jornalistas ao deixar a Casa Branca, em Washington, em 13 de outubro de 2026. — Foto: Kevin Lamarque/ Reuters

O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou na terça-feira (20) que já revogou mais de 300 mil vistos desde o início do segundo mandato do governo Trump.

“Com mais de 300 mil revogações, o governo Trump revogou mais vistos e em um ritmo mais acelerado do que qualquer outro governo na história. Que a mensagem fique clara: temos tolerância zero com estrangeiros que estão no país com vistos e violam a lei, cometem fraudes ou comprometem nossa segurança nacional. Estamos tomando e continuaremos a tomar medidas para manter nossas fronteiras e nosso país seguros”, afirmou Tommy Pigott, porta-voz do Departamento de Estado.

O governo Trump não havia informado, até a última atualização desta reportagem, as nacionalidades das pessoas que tiveram seus vistos revogados nessa nova leva nem os tipos de vistos que foram afetados.

A medida faz parte do endurecimento das políticas migratórias dos EUA desde que o presidente Donald Trump retornou ao poder, em janeiro de 2025. Leia mais abaixo.

Agora no g1

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Repressão à imigração

Os dados são um retrato da ampla repressão à imigração, que já retirou privilégios de viagem e imigração de dezenas de milhares de pessoas, iniciada no ano passado, começo do novo mandato de Donald Trump.

De acordo com o comunicado, divulgado publicamente no site oficial do departamento, o projeto-piloto, que foi testado durante um ano, “forneceu dados suficientes para sugerir que um programa de fiança de visto é uma ferramenta eficaz”.

A busca pelo visto EB-2 NIW nos EUA — Foto: Divulgação

A medida atinge vistos de negócios e turismo – B1 e B2 – e tem como objetivo prevenir “a permanência ilegal” no país.

“Os funcionários consulares podem exigir que os solicitantes de vistos de não imigrante abrangidos depositem uma caução de até US$ 20.000 como condição para a emissão do visto, conforme determinado pelos funcionários consulares”, diz o texto.

Fonte: G1