No Pará, segundo a Polícia Federal, foram 16 pedidos registrados. A ativista Camila Asano disse que o número sugere que os imigrantes que chegam a Belém, geralmente, já fizeram o pedido em outro município. “Embora a demanda de pedidos de refúgio seja, relativamente, baixa, a população ainda se encontra em alta vulnerabilidade, de fato, precisando de um atendimento mais eficiente por parte do poder público. É necessária uma maior atenção quanto à saúde, abrigamento e principalmente conhecer melhor quem são essas pessoas”, avaliou.
