“As casas em que tivesse havido mortos seriam caiadas de nôvo, lançando-se ao mesmo tempo cal virgem pelo chão e água por cima e, à noite, de portas fechadas, queimar-se-iam defumadores,sob pena de multa de dez tostões, dobradas nas reincidências”, relata o historiador Odair Franco, em livro sobre a história da febre amarela, em 1969.
