A paralisia na mobilidade é um reflexo direto dos pelos caminhoneiros em todo o paÃs há cinco dias ininterruptos. Eles cobram um preço justo para o diesel que utilizam no transporte da produção de um canto a outro do paÃs. As negociações com Michel Temer (MDB) ainda não avançaram.
Para chegar ao cálculo catastrófico de combustÃvel disponÃvel na maior cidade do paÃs, o Sincopetro se amparou no hábito comum entre os empresários do ramo: quem guarda tem.
Segundo José Alberto Paiva Gouveia, que dirige o sindicato no estado há 16 anos, os postos receberam um último reabastecimento na segunda (21), quando os caminhoneiros já faziam bloqueios por diversos pontos do paÃs.
“Todo posto trabalha com estoque para atender até três dias. Essa reserva não recebe combustÃvel novo há quatro dias. É por isso que estimamos que 99% dos postos da capital não têm mais o que oferecer à populaçãoâ€, diz Gouveia.
Secos, os estabelecimentos foram suspendendo suas atividades um a um. As bombas por onde jorravam diesel, etanol e diversos tipos de gasolina foram envelopadas com saco plástico preto e os pátios cercados com cordas.Ainda não se sabe a quantidade de postos que interromperam as atividades porque muitos mantiveram funcionando suas lojas de conveniência.
