
Em tempos de quarentena devido à pandemia de coronavírus, as intervenções ganharam um significado especial
Há mais de cinco anos atrás, o pintor e fotógrafo espanhol José Manuel Balleter usou ferramentas de edição de imagem para retirar as pessoas de algumas das mais famosas obras de arte do mundo.
O projeto se chama “Espacios Ocultos” e ganhou um significado especial nos últimos meses, com várias pessoas ao redor do mundo adotando o distanciamento social para parar a propagação do coronavírus.
As imagens estão sendo usadas nas redes sociais para incentivar as pessoas a ficarem em casa. Veja algumas delas:
“O nascimento de Vênus”, de Sandro Botticelli
–– (Sandro Botticelli/Reprodução)
–– (José Manuel Balleter/Reprodução)
“A última ceia”, de Leonardo da Vinci
–– (Leonardo da Vinci/Reprodução)
–– (José Manuel Balleter/Reprodução)
“As meninas”, de Diego Velázquez
–– (Diego Velázquez/Reprodução)
–– (José Manuel Balleter/Reprodução)
“A arte da pintura”, de Johannes Vermeer
–– (Johannes Vermeer/Reprodução)
–– (José Manuel Balleter/Reprodução)
“O jardim das delícias terrenas”, de El Bosco
–– (El Bosco/Reprodução)
–– (José Manuel Balleter/Reprodução)
“Balsa da Medusa”, de Théodore Géricault
–– (Théodore Géricault/Reprodução)
–– (José Manuel Balleter/Reprodução)
“Três de maio de 1808 em Madrid”, de Francisco Goya
–– (Francisco Goya/Reprodução)
–– (José Manuel Balleter/Reprodução)
Fonte: Viagem e Turismo
