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CEOs da Azul, Gol e Latam se unem em apoio a Lito Sousa; confira o vídeo

Divulgado nesta terça-feira (25) pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), o vídeo reúne John Rodgerson, da Azul, Celso Ferrer, da Gol, e Jerome Cadier, da Latam Brasil. Os depoimentos foram gravados separadamente e depois reunidos em um apelo para que o caso chegue a pesquisadores que possam contribuir na busca por alternativas de tratamento.

Rodgerson afirma que os cerca de 15 mil funcionários da Azul estão na torcida por Lito e agradece pela contribuição dele para a indústria. Ferrer destaca o papel do influenciador em aproximar o público de temas como segurança e operações aéreas. Já Cadier pede que o vídeo seja compartilhado e que as instituições indicadas na publicação sejam marcadas. “Cada marcação conta”, afirma.

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Confira o vídeo completo:

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Uma voz conhecida na aviação

Lito ganhou projeção com o Aviões & Músicas, canal em que explica temas relacionados a aeronaves, operações, segurança e funcionamento da indústria aérea. Publicado no YouTube e no TikTok, o conteúdo também é divulgado no Instagram, e tem como característica traduzir assuntos técnicos para uma linguagem acessível, facilitando a compreensão de quem não trabalha na área.

O trabalho fez com que Lito se tornasse conhecido não apenas entre passageiros, mas também entre nomes do setor aéreo. Nas últimas semanas, além da Azul, Gol e Latam, concessionárias de aeroportos publicaram mensagens de apoio ao piloto. A Aena Brasil, responsável pela administração de 17 aeroportos no país, entre eles Congonhas, em São Paulo, também se manifestou nas redes sociais. A empresa resgatou uma frase conhecida de Lito para demonstrar apoio ao piloto: “turbulência não derruba avião”.

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RioGaleão, responsável pelo aeroporto internacional do Rio de Janeiro, e o Aeroporto Internacional de Brasília também se manifestaram com mensagens de apoio.

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A busca por um tratamento

A doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) é rara, neurodegenerativa, progressiva e fatal. Segundo o Ministério da Saúde, a condição está relacionada ao funcionamento anormal de proteínas chamadas príons, que podem provocar a degeneração do tecido cerebral. Entre os possíveis sintomas estão perda de memória, alterações cognitivas, tremores e outros sinais neurológicos. Atualmente, não há tratamento para a doença no mundo.

A família de Lito busca acesso a estudos no exterior que testam tratamentos para a doença. Entre eles estão o ION717, da Ionis Pharmaceuticals, e o PRiSM, conduzido pelo Broad Institute, ligado a Harvard e ao MIT. 

A entrada do influenciador no estudo do ION717 foi negada, a pesquisa não está mais recrutando participantes. No PRiSM, por outro lado, o Ministério da Saúde formalizou um pedido para incluir Lito na fase inicial dos testes, e os pesquisadores o colocaram na lista para triagem. Estar na lista, porém, não garante uma vaga nem o acesso ao medicamento. Ainda é preciso verificar se ele atende aos critérios da pesquisa e se há disponibilidade.

A família também acionou o Itamaraty em busca de apoio. Por enquanto, Lito não tem acesso garantido a nenhum dos tratamentos experimentais.

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Fonte: Viagem e Turismo