O presidente do Sindicam (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira), Alexsandro Viviani, o Italiano, diz que os manifestantes explicam aos caminhoneiros que eventualmente chegam aos acessos sobre os motivos da paralisação. “Até agora aderiram (em não querer entrar). O pessoal entende que há necessidade realmenteâ€, diz.
Apesar de alguns manifestantes defenderem a intervenção militar e a saÃda do presidente do Michel Temer (MDB) do governo, Viviani diz que o movimento em geral no porto de Santos não é polÃtico. “A coletividade não tem pretensão polÃtica nenhuma.â€
Viviani afirma que se o preço do diesel não chegar a R$ 2,50 nas bombas e não houver redução em outros combustÃveis a paralisação prosseguirá.
“A gente quer que volte o preço ao normal, de um ano atrás, e não fazer a população pagar o preço […] Quem vai decidir é o caminhoneiroâ€, diz.
Além das reduções de preços, o sindicalista cita entre as reivindicações para fim da greve a aprovação do marco regulatório, limite de até 60 pontos por infrações para suspensão nas carteiras de habilitação dos caminhoneiros e diminuição de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para os combustÃveis.
