A começar pelas origens diversas, que refletem a profissionalização do negócio, de empresas familiares fundadas na década de 1950 por motoristas de origem humilde a empreendimentos com participação estrangeira nos anos 1970 e 1980 e projetos de capital aberto nos anos 2000.
Outra caracterÃstica heterogênea é o tamanho. Só a JSL e a segunda colocada, a 1.500, faturam o suficiente para figurar entre as 500 maiores firmas do paÃs. Juntas, não chegam a 2% dos R$ 500 bilhões faturados todo ano pelos caminhões que cortam o paÃs.
São seis as transportadoras cuja receita supera meio bilhão de reais por ano e, somadas, as 50 maiores resultam R$ 17 bilhões, ou 3,4% do mercado (dados de 2016, ano mais recente com balanços fechados).
Muitas fatias de bolo
O resto do bolo está dividido entre mais de 600 mil atores, dos quais quase 500 mil são caminhoneiros autônomos e cerca de 300, cooperativas.
Uma delas, a Coopercarga, de Santa Catarina, tem o sexto maior faturamento do setor e expõe um terceiro campo de diversidade: a estrutura de comando.
]Assim como a JSL, a Brasspress, maior firma privada de entrega de encomendas (e quarta em faturamento) também começou com um caminhão velho e uma perua.
