Acrescentou, ainda, que o setor “vive de promessas” e nunca foi atendido. “O setor vive de promessas há 19 anos, desde a greve de 1999 e o setor nunca foi atendido como deveria ter sido atendido. Vem pagando a conta junto com toda a sociedade. Porém, é o primeiro que sofre com o aumento dos combustíveis”, afirmou.