Crise hídrica e racionamento alertam para fim da ‘cultura da abundância’, dizem especialistas; leia entrevista

Além disso, muitas estimativas no Brasil e no mundo são “chutes”, porque as empresas têm pouco controle sobre o consumo real, o gasto real, não há hidrômetros suficientes nas cidades. Isso sem contar os “gatos”, onde também é preciso distinguir a falta de caráter das ligações irregulares em áreas de baixa renda. No Sol Nascente, como não era regularizado, a Caesb não podia cobrar, e as pessoas precisaram se virar.

Fonte: G1

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