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Agência de notícias G1

Seis mil amapaenses ainda não sacaram o abono salarial a um mês do fim do prazo

Recurso ficará à disposição até 29 de junho. Pode sacar quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada em 2016. Beneficiários do PIS recebem valores nas agências da Caixa Econômica
Jéssica Alves/G1
Com a proximidade do fim do prazo, em 29 de junho, cerca de 6,1 mil beneficiários do Amapá ainda não sacaram valores do abono salarial ano-base 2016. O pagamento de quase R$ 4 milhões é feito a servidores públicos e da iniciativa privada e não haverá prorrogação da data.
Para ter direito, o cidadão deve ter trabalhado por no mínimo 30 dias de carteira assinada em 2016, recebendo até dois salários mínimos por mês.
Os valores estão sendo pagos desde o 2º semestre do ano passado atendendo a cronograma que encerrou em março. Desde então, todos os trabalhadores que poderiam receber e não fizeram a retirada podem sacar. Ao todo, 49,7 mil cidadãos estavam aptos a receber o abono.
Trabalhadores da iniciativa privada sacam os valores do Programa de Integração Social (PIS) na Caixa Econômica Federal. No caso dos servidores públicos, o pagamento é feito pelo Banco do Brasil, através do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).
O valor do benefício varia de R$ 80 a R$ 954, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou formalmente em 2016. Por exemplo, se o período trabalhado foi de 12 meses, vai receber o valor integral do benefício, que é de um salário mínimo (R$ 954). Se trabalhou um mês, vai receber o equivalente a 1/12 do salário (R$ 79,50), e assim sucessivamente.
Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa.
Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729-00-01.
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Dois homens são presos por porte ilegal de arma em Porto Velho

De acordo com PRF os suspeitos já possuíam antecedentes criminais. Um dos homens diz ter recebido a arma como pagamento de dívida. Homens trafegavam na BR 364, sentido Porto Velho, quando foram abordados
PRF/ Divulgação
Dois homens foram presos por porte ilegal de arma de fogo. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) abordou os suspeitos, que estavam em uma caminhonete, na BR-364, sentido Porto Velho, na noite da última sexta-feira (1). De acordo com a PRF os homens já possuíam antecedentes criminais, segundo verificação documental nos sistemas.
Após a abordagem os policiais iniciaram uma busca no interior da caminhonete, onde foi localizado um revólver de calibre 38 enrolado em um papel. Durante inspeção pessoal nos suspeitos, os agentes encontraram na meia de um dos homens três munições intactas também de calibre 38.
O condutor do veículo informou a PRF que teria recebido a arma de um homem no Distrito de Nova Califórnia, para quitar uma dívida de R$ 5 mil. O condutor, segundo a PRF não possuía qualquer documentação relativa à arma, nem autorização para portá-la.
Diante da situação, os indivíduos receberam voz de prisão e foram encaminhados à Central de Flagrantes da Polícia Civil, na capital.

PL que exige de empresas contratadas pelo estado igualdade salarial entre homens e mulheres é aprovado em RO

No caso do descumprimento da exigência, as empresas vencedoras da licitação correrão risco de ter contrato excluído. Estudos apontam que mulheres ganham 30% a menos que homens. Projeto de lei foi aprovado na última terça-feira (29), na ALE-RO
Ana Kézia Gomes/G1
Foi aprovado pela Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), o Projeto de Lei 875/2018 que exige de empresas que prestam serviços ao Estado igualdade salarial entre homens e mulheres que apresentem o mesmo cargo, atribuições, tempo de serviço e grau de instrução iguais ou equivalentes.
Segundo o conteúdo do projeto, aprovado na última terça-feira (29), todos os órgãos da administração pública direta, indireta e fundacional do Estado deverão exigir das empresas vencedoras de licitações da área de obras, serviços e publicidade a comprovação de equidade salarial dentro do prazo de cinco dias, através de documentos que provem a igualdade salarial entre os gêneros.
No caso do descumprimento desta exigência, as empresas vencedoras do processo licitatório correrão o risco de ter o contrato de prestação de serviço com o Estado excluído.
Desigualdade de salários
Mesmo sendo maioria nas escolas e universidades, mulheres ainda ganham 30% menos que homens no mercado de trabalho. É o que aponta estudos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A situação é ainda mais grave para mulheres pardas e negras, onde mesmo apresentando idade e nível de escolaridade semelhantes a de homens, muitas chegam a ganhar 65% a menos que eles.
Segundo as organizações citadas, a disparidade salarial entre gêneros, verificada no Brasil, é superior a de países que violam de maneira grave os direitos das mulheres.