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Agência de notícias G1

PL que exige de empresas contratadas pelo estado igualdade salarial entre homens e mulheres é aprovado em RO

No caso do descumprimento da exigência, as empresas vencedoras da licitação correrão risco de ter contrato excluído. Estudos apontam que mulheres ganham 30% a menos que homens. Projeto de lei foi aprovado na última terça-feira (29), na ALE-RO
Ana Kézia Gomes/G1
Foi aprovado pela Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), o Projeto de Lei 875/2018 que exige de empresas que prestam serviços ao Estado igualdade salarial entre homens e mulheres que apresentem o mesmo cargo, atribuições, tempo de serviço e grau de instrução iguais ou equivalentes.
Segundo o conteúdo do projeto, aprovado na última terça-feira (29), todos os órgãos da administração pública direta, indireta e fundacional do Estado deverão exigir das empresas vencedoras de licitações da área de obras, serviços e publicidade a comprovação de equidade salarial dentro do prazo de cinco dias, através de documentos que provem a igualdade salarial entre os gêneros.
No caso do descumprimento desta exigência, as empresas vencedoras do processo licitatório correrão o risco de ter o contrato de prestação de serviço com o Estado excluído.
Desigualdade de salários
Mesmo sendo maioria nas escolas e universidades, mulheres ainda ganham 30% menos que homens no mercado de trabalho. É o que aponta estudos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A situação é ainda mais grave para mulheres pardas e negras, onde mesmo apresentando idade e nível de escolaridade semelhantes a de homens, muitas chegam a ganhar 65% a menos que eles.
Segundo as organizações citadas, a disparidade salarial entre gêneros, verificada no Brasil, é superior a de países que violam de maneira grave os direitos das mulheres.

Al Sissi toma posse para seu 2º mandato como presidente do Egito

Abdul Fatah al Sisi venceu sua segunda eleição em março, com cerca de 97% dos votos válidos, em uma disputa considerada fraudulenta pela oposição. Presidente do Egito Abdel Fatah Al Sissi, em imagem de 2017
AP Foto/Alexander Zemlianichenko
O presidente do Egito Abdel Fatah Al Sissi prestou juramento neste sábado (2) ante o parlamento para um segundo mandato de quatro anos.
Durante uma sessão especial transmitida ao vivo pela televisão estatal, a posse de Al Sissi ante os membros do parlamento e do governo foi saudada por uma salva de 21 tiros de canhão.
Aviões de caça desenharam a bandeira egípcia no céu do Cairo e helicópteros militares sobrevoaram o centro da capital.
Al-Sissi inicia assim um novo mandato em plena onda de prisões de opositores, o que reflete, segundo especialistas, temores do poder contra possíveis movimentos sociais.
Depois de ter sido eleito pela primeira vez em 2014, o antigo marechal venceu sua segunda eleição em março, com cerca de 97% dos votos válidos, em uma disputa considerada fraudulenta pela oposição.
Entre os opositores e membros da sociedade civil presos recentemente estão o blogueiro e jornalista Waël Abbas, os blogueiros Chérif Gaber e Chadi Abuzeid e o opositor Hazem Abdelazim.
ONGs de defesa dos direitos Humanos denunciam regularmente a repressão implacável desde 2013 pelo governo contra os islâmicos e contra os ativistas laicos e de esquerda.
Após a recente onda de prisões, a ONG Human Rights Watch (HRW) denunciou em uma declaração na quinta-feira “o estado de opressão” que atualmente prevalece no Egito.
* Com EFE

Comunidades rurais que usam gerador de energia no AP estão sem diesel há 3 meses

Combustível é enviado pela Sims para comunidades que ficam em Itaubal e Bailique. GEA reconheceu atraso e informou que 18 mil litros serão enviados para a região neste fim de semana. Comunidade rural em Itaubal é uma das que usam gerador de energia e estão sem diesel há 3 meses
Arquivo Pessoal
Comunidades rurais dos municípios de Itaubal e Macapá, que usam gerador para ter energia, estão sem receber óleo diesel há 3 meses. O combustível é enviado pelo governo do Amapá, através do programa “Luz para viver melhor”. Moradores fazem coleta de dinheiro para conseguir energia à noite.
Em nota, a Secretaria de Estado da Mobilização Social (Sims) informou que neste fim de semana o combustível está sendo enviado para as comunidades, através de uma cota de 18 mil litros de óleo diesel. O órgão confirmou que houve um atraso no início do ano, mas não justificou o problema.
De acordo com um morador de Itaubal, que não quis ser identificado, são mais de 30 comunidades atingidas na região, a maioria da região do Arquipélago do Bailique, distrito de Macapá. O governo não confirmou o número de localidades que recebem assistência através do programa.
As comunidades não estariam recebendo combustível desde fevereiro. A falha no fornecimento do combustível é recorrente, segundo esse morador.
“Não teve março, abril e maio. Nós perguntamos e não tem nem previsão de ter óleo, e vivemos no escuro de novo. Ano passado foi assim também, passavam três meses e entregavam dois, depois de novo. Quando foi no início do ano regularizaram, mas atrasaram de novo até que acabou”, disse.
Arquipélago do Bailique também sofre de falta de energia
John Pacheco/G1
O morador detalhou que a comunidade que ele mora está desde abril sem energia porque anteriormente eram feitas coletas para comprar os 23 litros de óleo diesel para manter energia à noite, mas a atitude ficou onerosa.
“A gente vem fazendo coleta entre nós mesmos, para comprar óleo aqui na comunidade mesmo e ter energia de noite, mas não tem mais óleo. Estamos há quase 20 dias sem energia. É muita gente que precisa e não tem”, complementou.
A Sims informou ainda, em nota, que “essas comunidades ribeirinhas não têm estrutura para armazenar óleo diesel, o que em alguns casos pode ocasionar falta do produto até a chegada de uma nova remessa do produto”.
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Quatro candidatas concorrem ao título de rainha da 1ª ExpoBúfalo no Amapá

Concurso ocorre no sábado (2) no Parque de Exposições da Fazendinha. Três primeiros lugares vão ganhar premiação em dinheiro. Candidatas vão disputar o título de Rainha da ExpoBúfalo no sábado, 2
Rita Torrinha/G1
No encerramento da 1ª ExpoBúfalo do Amapá, quatro jovens vão disputar o título inédito de rainha do evento, que durante 4 dias colocou em discussão e promoveu diversas atividades sobre o setor agropecuário bubalino. O desfile começará às 22h do sábado (1) no Parque de Exposição da Fazendinha, na Zona Sul de Macapá.
A coordenação pretende que o concurso se torne um dos símbolos da exposição e que, nos próximos anos, atraia mais concorrentes. “As meninas são lindas e vão se apresentar com traje country estilizado, mostrando coreografia, simpatia e beleza, de acordo com o tema”, explicou o coordenador do desfile, Renato Marques.
Quatro jurados vão avaliar os quesitos beleza, simpatia, desembaraço, traje e coreografia. Ainda de acordo com a coordenação, a campeã, que receberá o título de rainha, receberá como premiação R$ 1,5 mil; a que ficar em segundo lugar será intitulada 1ª princesa e levará R$ 750 e a terceira colocada será eleita miss simpatia e também ganhará R$ 750.
Conheça as candidatas ao Rainha da 1ª ExpoBúfalo
Amanda Andrade, 21 anos
Rita Torrinha/G1
Amanda Andrade, 21 anos. Ela tem 1,61 metros de altura e pesa 65 quilos. A candidata já participou de outros concursos de beleza, entre eles o rainha do carnaval amapaense, musa de campeonatos juninos, entre outros.
Andressa Leão, 18 anos
Rita Torrinha/G1
Andressa Leão, 18 anos, estudante. Ela tem 1,70 metros de altura e pesa 59 quilos. A candidata vai representar o distrito de Fazendinha. Também tem experiência nas passarelas e diz que a dança é uma paixão.
Inglid Brito, 22 anos
Rita Torrinha/G1
Inglid Brito, 22 anos, técnica em enfermagem. Ela tem 1,69 metros de altura e pesa 57 quilos. A candidata já disputou o Festival da Mandioca, desfiles de escola, musa de quadrilhas juninas, musa da Fecomercio, do Sinsepeap, entre outros.
Cássia Ellen, 18 anos
Rita Torrinha/G1
Cássia Ellen, 18 anos, estudante, quer ser engenheira ambiental. Ela tem 1,60 metros de altura e pesa 56 quilos. A candidata participa de eventos de beleza desde os 13 anos. Ela é representante da Associação de Vaqueiros do Município de Amapá (Avap).
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