Turistas em ponte na cidade de Veneza, na Itália, em 22 de fevereiro de 2023 — Foto: Manuel Silvestri/Reuters
Gôndolas no Grande Canal de Veneza, na Itália, em 17 de fevereiro de 2023 — Foto: Manuel Silvestri/Reuters
Barcos em um canal durante uma maré baixa severa em Veneza, na Itália, em 17 de fevereiro de 2023 — Foto: Manuel Silvestri/Reuters
Foto de 20 de fevereiro mostra Canal de Veneza com baixo nível de água — Foto: Marco Sabadin/AFP
Gôndolas não conseguem atravessar o Canal de Veneza — Foto: Marco Sabadin/AFP
Canais em Veneza secam em nível recorde, e barcos não conseguem passar — Foto: GloboNews/Reprodução
Nível da água em Veneza abaixo da média, em 17 de fevereiro de 2023 — Foto: Manuel Silvestri/Reuters
Marca na parede externa de prédio mostra o nível da água nos canais de Veneza, em 17 de fevereiro de 2023 — Foto: Manuel Silvestri/Reuters
A Itália vive semanas de seca, e os alpes receberam menos da metade da média de neve dos anos anteriores, afirmaram cientistas e grupos ambientalistas.
Em Veneza, as marés estão extraordinariamente baixas, o que impossibilita a navegação de gôndolas, táxis aquáticos e ambulâncias em alguns dos canais.
Os problemas em Veneza estão sendo atribuídos a uma combinação de fatores: falta de chuva, sistema de alta pressão, lua cheia e correntes marítimas.
O grupo ambiental Legambiente afirma que o maior problema é com rios e lagos italianos, que têm grave falta de água.
Estiagem seca famosos canais de Veneza
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O Pó, o rio mais longo da Itália (vai dos Alpes, no noroeste, até o Mar Adriático), tem 61% menos água do que o normal nesta época do ano, afirma o grupo.
Em julho passado, a Itália declarou estado de emergência para as áreas ao redor do Pó, que respondem por cerca de um terço da produção agrícola do país e sofreu sua pior seca em 70 anos.
Os níveis de água no Lago de Garda, no norte da Itália, caíram para mínimos recordes.
Um anticiclone domina o clima na Europa Ocidental há 15 dias, trazendo temperaturas amenas.
Fonte: G1