“Priorizamos empréstimos para capital de giro, aquisição de equipamentos ou de estoque e contratação de mão de obra, porque o pagamento das parcelas já começa um mês depois da liberação”, diz Lissoni, da Biva.
Denise Della Nina de Andrade, 38, é dona de uma locadora de brinquedos e equipamentos para bebês, a Okipoki, que passou no crivo da fintech. Em 2016, quando a empresa completou 18 meses de vida, precisou de um empréstimo para renovar o estoque.
“Tentei em banco e não consegui, porque meu faturamento era pequeno, e a burocracia, enorme. Na Biva, não obtive os R$ 10 mil que pedi, apenas R$ 3.000, em 12 vezes. Mas o valor já fez diferença para meu fluxo de caixa”, diz Denise.
Ela já quitou a dÃvida e planeja bater à porta da fintech de novo. “Vou precisar investir em brinquedos mais caros.”
A plataforma para pagamentos online Mercado Pago entrou em janeiro de 2018 no setor de oferta de crédito com metas agressivas. Em um semestre, foram emprestados mais de R$ 500 milhões.
De acordo com o engenheiro Túlio Oliveira, 37, diretor do Mercado Pago no Brasil, 70% dos clientes são pessoas fÃsicas.
