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Entre restaurantes clássicos, mercados históricos e balcões que atravessam gerações, veja 12 endereços que ajudam a entender por que Belo Horizonte é sinônimo de comer bem:
1. Xapuri
Na ativa desde 1987 em uma chácara na Pampulha, o Xapuri é o lugar ideal para provar um banquete mineiro de raiz. O ambiente, com mesas de madeira, fogão a lenha e muito verde ao redor, recria um clima de fazenda. No cardápio, clássicos como frango caipira, carne de panela, tutu, lombo, torresmo, pastel de angu e outras delícias servidas à la carte antecedem um inevitável bufê de sobremesas com mais de 30 variedades, todas produzidas na casa.
2. Glouton
O bairro de Lourdes concentra os endereços mais sofisticados, a exemplo do Glouton. Primeira casa do chef Léo Paixão, formado em Paris e conhecido pelo programa Mestre do Sabor, o restaurante combina técnica francesa com ingredientes brasileiros. O salão elegante fica mais descontraído graças à cozinha envidraçada, de onde sai um menu fechado no jantar, sob reserva. Entre os pratos podem aparecer o gaspacho amarelo com sorbet de pepino, sunomono e melão ao perfume de menta, e o camarão com ravióli de foie gras ao molho bisque cremoso com pimenta-verde. Paixão ainda está à frente do italiano Ninita.
3. Pacato
Também do elenco do Mestre do Sabor, mas como competidor, o chef Caio Soter é outra promessa da cena gastronômica de Belo Horizonte. À frente do Pacato, aberto no fim de 2021, ele busca trazer toques inventivos à cozinha mineira. A inspiração da gastronomia vem da chamada cozinha de quintal, e transforma ingredientes como milho, feijão, mandioca, porco e frango em criações autorais. No almoço, é possível optar por pratos do dia, como o costelão braseado, o frango assado e a picanha do sol com guarnições como o mexidinho com ovos confit. Há ainda o cardápio regular e menu-degustação, à noite.
4. Cantina do Lucas
O histórico Edifício Maletta, no Centro, enfileira bares na varanda que vendem cerveja barata e petiscos triviais, atraindo um público eclético para a happy hour. No térreo, porém, mora um clássico da cidade: a Cantina do Lucas, aberta em 1962 e tombada como patrimônio cultural de BH. O restaurante preserva a atmosfera de outras décadas com garrafas penduradas e toalhas tradicionais, além de contar com um cardápio extenso, com receitas como o filé à parmegiana, peixes e massas clássicas. O serviço atencioso completa o ambiente.
