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Rio Grande do Sul ganha maior parque nacional marinho do Brasil

Além da toninha, a região abriga tartarugas, tubarões, raias, aves migratórias e mamíferos como lobos-marinhos, além de servir como rota para baleias e outras espécies em longas migrações pelo Atlântico.

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No parque nacional, de proteção integral, não são permitidas atividades de extração de recursos naturais, como a pesca. Já na Área de Proteção Ambiental do Albardão, classificada como unidade de uso sustentável, atividades econômicas seguem autorizadas, desde que cumpram critérios ambientais.

A proposta é proteger as áreas mais sensíveis sem interromper completamente as dinâmicas locais. A pesca artesanal, por exemplo, continua permitida na APA e na zona de amortecimento, enquanto o parque atua como um berçário natural, favorecendo a recuperação de espécies que depois se dispersam para áreas vizinhas.

A gestão das duas unidades ficará a cargo do ICMBio, responsável também pela elaboração do plano de manejo, que vai definir, de forma participativa, as regras de uso, visitação e funcionamento da área.

Fonte: Viagem e Turismo