Essa prática é definida como infração à ordem econômica pela lei da concorrência. Assim que o processo for concluÃdo pela superintendência, seguirá para o tribunal. Caso sejam condenados, associações e dirigentes terão de pagar uma multa.
Embora tenha partido de vÃdeos postados por representantes das associações durante a greve e entrevistas a veÃculos de imprensa para escolher os alvos, o Cade começa a convocar os representantes para reunir evidências concretas da suposta ação coordenada.
Na avaliação dos técnicos, os vÃdeos foram somente um ponto de partida e não tiveram valor processual.
Nessa investigação, o Cade não contemplou a possÃvel prática de locaute, paralisação estimulada pelas empresas. Essa investigação é conduzida pela PolÃcia Federal.
Até o momento são alvo do Cade a CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos), a CNT (Confederação Nacional do Transporte), a Fetrabens (Federação dos Caminhoneiros Autônomos de Cargas em Geral do Estado de São Paulo), a Unicam (União Nacional dos Caminhoneiros), o Sindicam-DF (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Distrito Federal), o Sinaceg (Sindicato Nacional dos Cegonheiros), a Fecone (Federação Interestadual dos Transportes Rodoviários Autônomos de Cargas e Bens da região Nordeste), a Fetramig (Federação dos Transportadores Autônomos de Carga do Estado de Minas Gerais), a Fetac-ES (Federação dos Transportadores Autônomos de Carga do EspÃrito Santo), a Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), a Fetcesp (Federação das Empresas de Transporte de Carga do Estado de São Paulo), o Sinditac-GO (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de Goiás).
