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Agência de notícias G1

Moradores improvisam ponte em rua alagada de Macapá; água chega ao joelho

Secretaria Municipal de Obras informou que vai fazer uma avaliação para ver a possibilidade de desobstruir a Travessa Manoel José, no bairro Marabaixo 4, na Zona Oeste. Ponte foi improvisada para a passagem dos moradores do bairro Marabaixo 4
Rede Amazônica/Reprodução
Mais parece um rio do que uma rua. Essa é a impressão dos moradores da Travessa Manoel José, no bairro Marabaixo 4, Zona Oeste de Macapá. Com a água na altura do joelho, eles chegaram a improvisar uma ponte de madeira para poder trafegar na via alagada.
A Secretaria Municipal de Obras (Semob) informou que vai uma visita no local ainda nessa semana para levantar as possibilidades de desobstrução do tráfego na via.
Segundo os moradores, a situação da região mais crítica dura há cerca de dois meses. Quando chove a situação piora. O vigilante Alcir Flexa conta que a maior preocupação é com doenças, principalmente em crianças.
“Essa água causa ferida nos pés e doenças, porque as crianças brincam em meio a essa água toda. É só transtorno. Já reivindicamos, reunimos com o pessoal, várias vezes, e foi feito documento, mas nós não somos atendidos”, enfatizou.
Água chega a altura do joelho e gera riscos de doenças
Rede Amazônica/Reprodução
Para quem mora na região, o sofrimento é diário. “Não tem como sair do trabalho de manhã cedo. É um grande sacrifício o que a gente passa aqui”, explicou a funcionária pública Socorro Costa, moradora do bairro.
De acordo com a diarista Geísa Miranda, o problema afeta a rotina de quem precisa estudar ou trabalhar. Ela pede mais ações do poder público para melhor da comunidade do Marabaixo, que, para ela, é esquecida.
“Tem criança que saí cedo para ir pra escola. E muitas vezes tinham que passar elo meio da água. Mas agora por que tem a ponte. Nós queremos pedir para que os governantes venham olhar por nós aqui”, finalizou a moradora.
Moradores ficam impossibilitados de sair de casa diante do alagemento
Rede Amazônica/Reprodução
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Rio de lava avança no Havaí e ameaça isolar bairros

A lava cobre uma área aproximada de 9,5 km², e boa parte do fluxo termina no mar, criando um fenômeno chamado “laze”, palavra em inglês formada por “lava” e “haze” (névoa), que produz uma mistura irritante de ácido clorídrico (HCl), vapor e pequenas partículas de vidro vulcânico.

Criança de 4 anos é morta por bala perdida em Sobral, no Ceará

Ela foi levada à Santa Casa de Sobral, mas morreu enquanto era atendida. Criança de quatro anos foi morta por bala perdida em Sobral, no Ceará
Arquivo Pessoal
Uma criança de quatro anos foi morta vítima de uma bala perdida na noite desta quarta-feira (30) em Sobral, no Ceará, conforme o Núcleo de Investigação de Homicídios de Sobral. O crime ocorreu no Parque Santo Antônio, por volta das 20h30.
A a criança estava com o irmão na calçada de casa quando dois homens em uma motocicleta passaram atirando na direção de um homem. Os tiros atingiram a menina, que foi socorrida na Santa Casa de Sobral, mas morreu durante o atendimento.
A mãe da criança afirmou que estava dentro de casa quando escutou o tiro que vitimou a criança, que brincava na calçada. “Eu me agarrei com meu filho, eu perguntei, ‘Ígor, foi você que levou um tiro?’ Ele disse ‘não, mamãe’. Quando eu peguei a minha filha, ela estava com a língua pra fora, disse ‘mamãe, mamãe’. Ela morreu nos meus braços”, afirmou a mãe da criança.
A polícia ainda procura pelos suspeitos dos disparos. Até a madrugada desta quinta, ninguém havia sido preso.

Quem é o jornalista ‘assassinado’ que apareceu vivo – e está no centro da disputa entre Rússia e Ucrânia

Trata-se, também, de mais um capítulo das tensas relações entre Rússia e Ucrânia. Antes parte do bloco soviético, a Ucrânia viveu uma guerra sangrenta em anos recentes entre grupos pró-Europa e grupos aliados ao governo de Vladimir Putin, que culminou, em 2014, com a anexação russa da península da Crimeia – oficialmente parte da Ucrânia, mas com população majoritariamente de origem étnica russa.

Geladeiras viram bibliotecas itinerantes para compartilhar leitura e livros em Macapá

Primeira ‘Geladeiroteca’ foi entregue aos moradores do residencial São José. A proposta visa estimular a leitura em qualquer lugar, com acesso a todas as pessoas. Biblioteca móvel em formato de geladeira foi entregue aos moradores de residencial popular em Macapá
Rede Amazônica/Reprodução
Uma geladeira transformada em biblioteca móvel foi entregue nesta quarta-feira (30) aos moradores do conjunto São José, na Zona Sul de Macapá. A proposta é estimular a leitura e a prática de adotar e cuidar de um livro.
A iniciativa é da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) que diz que este foi o projeto-piloto. Outras unidades estão previstas para serem instaladas nos residenciais Jardim Açucena e Mestre Oscar, e também em UBSs e áreas de pontes.
O modelo é simples, trata-se de uma carcaça de geladeira que, em vez de ir para o lixo, é reutilizada, ganha cores e fica recheada de livros dos mais variados títulos da literatura infantojuvenil, adulto e revistas em quadrinhos.
Proposta da ‘geladeiroteca’ é estimular a leitura, em especial em crianças e adolescentes
Rede Amazônica/Reprodução
No lançamento nesta quarta-feira, a “geladeiroteca” foi instalada no gramado de um dos blocos do residencial. Mas a proposta é fazer com que ela circule por diferentes pontos, explicou a diretora-presidente da Fumcult, Marina Beckman.
“A biblioteca itinerante ficará aos cuidados da associação de moradores do São José, que vai cuidar, promover atividades e zelar por ela. A ideia surgiu como forma de também fazer um bem ao meio ambiente, retirando do lixo esse eletrodoméstico não mais em uso e transformando-o em ponto de leitura acessível a quem tiver interesse”, explicou a gestora, que completou.
“Essa é a primeira entrega, nossa meta é expandir o acesso à leitura e entregar ‘geladeirotecas’ também para moradores de áreas periféricas de pontes, unidades de saúde, praças e outros residenciais, como o Mestre Oscar e o Açucena”.
Projeto também tem cunho ambiental, reutilizando geladeiras que iam para o lixo
Rede Amazônica/Reprodução
No São José teve rodada de contação de histórias. Com um pano estendido na grama e os livros escolhidos da geladeira, a contadora Ângela Carvalho apresentou às crianças algumas histórias infantis. Para ela, a novidade é estimulante.
“A importância é mostrar as crianças que leitura também é alegria, divertimento e lazer, a geladeira e o livro são um ponto de partida para outros movimentos, fora até do residencial. Um pai pode fazer isso no ambiente de trabalho, e as crianças serão mobilizadoras de tudo. Dessa forma podemos criar um futuro de leitores”, expressou.
Contadora de história, Ângela Carvalho
Rede Amazônica/Reprodução
De acordo com a fundação, as pessoas podem escolher, ler e, se quiserem, até levar para casa um livro, com o compromisso de fazer a devolução, para que outros também possam se deliciar com as histórias.
O projeto também está aberto a doações de acervo literário. Quem quiser contribuir, pode fazer a entrega no prédio da Fumcult, localizada na Rua Eliezer Levy, com a Avenida Mendonça Furtado; ou na própria associação de moradores do conjunto São José.
Geladeira vira biblioteca itinerante para compartilhar leitura e livros em Macapá
Rede Amazônica/Reprodução
Geladeira vira biblioteca itinerante para compartilhar leitura e livros em Macapá
Rede Amazônica/Reprodução
Geladeira vira biblioteca itinerante para compartilhar leitura e livros em Macapá
Rede Amazônica/Reprodução
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