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Agência de notícias G1

Procon monitora redes sociais para coibir aumento de preços em postos de combustíveis em Divinópolis

Um estabelecimento da cidade foi notificado após aumentar o etanol de R$ 3,05 para R$ 3,89. Medida também vale para supermercados. De acordo com o Procon, elevar o preço do combustível sem justificativa é uma prática abusiva
Marcelo Brandt/G1
O Procon de Divinópolis informou nesta terça-feira (29) que está monitorando as redes sociais da cidade com o objetivo de identificar possíveis supermercados e postos de combustíveis que estejam elevando os preços de produtos, devido ao efeito de desabastecimento em razão da paralisação dos caminhoneiros que completou nove dias.
– Siga a paralisação em tempo real
O artigo 39º do Código de Defesa do Consumidor aponta que é vedado ao fornecedor exigir do consumidor vantagem excessivamente onerosa. Sendo assim, os estabelecimentos que fizerem esta prática poderão ser notificados e multados pelo Procon.
“A legislação consumerista, que tem sua regulamentação no Código do Consumidor, tem um parâmetro de multa que vai de R$ 200 a R$ 10 milhões”, informou o diretor do Procon, Ulisses Damas.
Ainda de acordo com Ulisses, neste momento em que a greve dos caminhoneiros impacta vários setores é importante que os consumidores fiquem atentos aos preços. Em casos suspeitos de preços abusivos a orientação é que o estabelecimento seja denunciado aos órgãos de proteção ao consumidor.
Posto de combustível
Através de postagens em redes socais, a gerência do Procon fiscalizou nesta segunda-feira (28) um posto de combustíveis da cidade e constatou que o proprietário elevou o preço do etanol de R$ 3,05 para R$ 3,89.
“Fizemos a notificação para que esse posto, dentro do prazo de 10 dias, nos apresente comprovantes que justifiquem o valor que foi cobrado”, explicou Ulisses.
Limite de vendas
A Promotoria de Justiça e Defesa do Cidadão do Ministério Público Estadual (MPMG), em Divinópolis, emitiu nesta segunda-feira (28) uma recomendação aos proprietários de postos de combustíveis da cidade, e a todos os fornecedores varejistas, atacadistas e atacarejos de alimentos, para que limitem o quantitativo de vendas quando o abastecimento for regularizado.
O MP ainda advertiu na recomendação que o comércio em geral evite aplicar aumentos abusivos de preços durante o período de desabastecimento. Conforme o órgão, esse tipo de reajuste constitui infração da ordem econômica, podendo os autores responderem civil, administrativa e criminalmente, além do risco de interdição dos estabelecimentos.

Provas da Ueap para campus no interior do Amapá têm ausência de 40% dos inscritos

Segundo a instituição, 461 dos 1.110 concorrentes deixaram de fazer o vestibular. Campus sediado na cidade de Amapá oferece 100 vagas, divididas nos cursos de Matemática e Agronomia. Prova teve 40 questões de múltipla escolha e redação
Ueap/Divulgação
O primeiro vestibular para o campus Região dos Lagos da Universidade do Estado do Amapá (Ueap) teve ausência de quase 40% dos candidatos, informou a instituição. Realizado no domingo (27), a prova de múltipla escolha aconteceu na cidade de Amapá, a 302 quilômetros de Macapá.
Ao todo, 1.110 candidatos se inscreveram e 649 compareceram ao certame, que oferece 100 vagas divididas entre os cursos de Engenharia Agrônoma e Matemática. A reitoria da Ueap informou que a ausência dos participantes não representou prejuízos à universidade.
O campus Região dos Lagos foi inaugurado nesse ano e tem por objetivo atender os municípios do Centro do estado, onde além de Amapá, compõem a área Pracuúba, Calçoene e Tartarugalzinho.
A instituição acredita que a dificuldade de transporte das cidades vizinhas tenha provocado as ausências de 461 candidatos. A prova contou com 40 questões de múltipla escolha e redação.
“Mesmo assim, tivemos um número de candidatos sete vezes maior que a quantidade de vagas ofertadas. Todas elas devem ser preenchidas”, comentou o reitor da Ueap, Perseu Aparício.
O gabarito das provas ainda não foi divulgado e o resultado final do processo está previsto para ser lançado em 15 de junho, com início das aulas no segundo semestre de 2018.
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IGP-M varia 1,38% em maio, diz FGV

Com este resultado, o índice acumula alta de 3,45% no ano e de 4,26% em 12 meses. Em maio de 2017, o índice havia caído 0,93% e acumulava alta de 1,57% em 12 meses.

Confira as vagas de emprego do Sine Macapá para 29 de maio

Há oportunidades para almoxarife, eletricista, mecânico de moto, panfleteiro e engenheiro eletricista. Número de vagas é de acordo com as empresas cadastradas. Sine macapá oferta 1 vaga para operador de caixa
Reprodução/Rede Amazônica Acre
O Sistema Nacional de Empregos no Amapá (Sine/AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência.
Os interessados podem procurar o Sine/AP, localizado n Rua General Rondon, nº 2350, na praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas em Macapá e Santana. Outras informações e oferta de vagas são pelo número (96) 4009-9702.
Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado).
Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas:
Almoxarife – 1 vaga
Eletricista de linha viva – 1 vaga
Engenheiro eletricista – 1 vaga
Mecânico de motocicleta – 1 vaga
Operador de caixa – 1 vaga
Panfleteiro – 1 vaga
Vendedor externo – 1 vaga
Técnico em segurança do trabalho – 1 vaga

29 de maio, terça-feira

O país entra no 9º dia da greve dos caminhonheiros. Mesmo sem garatia de combustivel, desde ontem motoristas fazem filas nos postos.

Caminhoneiros têm 36 horas para deixar livre tráfego em rodovia do AP

Após ordem da Justiça Federal, Rodovia JK foi desobstruída e trânsito voltou à normalidade. Na Duca Serra, manifestantes negociaram deixar o local até às 12h da quarta-feira (23). Ordem jucial foi entregue aos caminhoneiros e assinada no fim da noite de segunda-feira, 28
Rita Torrinha/G1
As rodovias estaduais do Amapá Duca Serra (AP-020) e JK (AP-010), que ligam os municípios de Macapá e Santana começaram a ser desobstruídas pelos caminhoneiros em greve no fim da noite de segunda-feira (28). A ordem veio da Justiça Federal, que determinou a retirada imediata dos manifestantes das vias.
O tráfego na JK já está liberado. Os caminhoneiros começaram a deixar a via pacificamente, por volta das 22h30. Ficaram apenas os caminhões cujos donos trancaram os veículos e foram para suas casas, informou o Batalhão de Policiamento Rodoviário Estadual (BPRE).
Na Rodovia JK, caminhoneiros deixaram a via e trânsito já foi liberado nas duas pistas
Rita Torrinha/G1
Na Duca Serra, os líderes do movimento assinaram a ordem judicial também por volta das 22h30, mas negociaram deixar o acostamento da estrada somente após 36h, tempo que se completa ao meio dia da quarta-feira (23). Os caminhoneiros disseram estar decepcionados, mas que vão respeitar o mandado de retirada.
“Foi uma covardia. Nossa manifestação é passiva e nos deram uma decisão com multa. A gente só está reivindicando o direito do brasileiro trabalhar dignamente para sustentar a sua família. Vamos sair porque o juiz determinou, mas não que seja nossa vontade”, falou o caminhoneiro Moisés Diniz Shering.
Após determinação judicial, carretas carregadas com madeira foram as primeiras a serem retiradas da Duca Serra
Rita Torrinha/G1
Após a chegada da força policial, somente os motoristas das carretas carregadas com madeira deixaram a Duca Serra imediatamente. Esses veículos são os que foram interceptados pelo movimento ao tentarem passar pela via, desde o início do ato, há quatro dias.
A ordem judicial foi cumprida pelas polícias Federal, Rodoviária Federal e Militar. O oficial de Justiça que fez a notificação e concorcou dar mais um tempo ao movimento, explicou a razão da decisão.
“Vendo a situação, entramos em acordo. Os veículos não podem mais obstruir a Duca Serra, o trânsito deve fluir normalmente e eles têm 36 horas para deixarem o acostamento. O acordo foi para que houvesse uma coerência tanto do nosso lado, que estamos cumprindo uma ordem judicial, quanto do lado deles, em relação às reivindicações”, esclareceu o oficial de justiça Raimundo Nonato.
Caminhoneiros assinaram o recebimento da ordem judicial pacificamente
Rita Torrinha/G1
A decisão, assinada pelo juiz João Bosco Soares, autorizava a Polícia Rodoviária Federal (PRF) a fazer a retirada dos caminhões das rodovias, inclusive com uso da força e requisitando o apoio da Polícia Militar (PM) e do Batalhão de Operações Especiais (Bope), se necessário.
Caso o prazo limite não seja cumprido, os caminhoneiros terão de pagar multa diária de R$ 5 mil e R$ 10 mil para os líderes do movimento. O desbloqueio concedido pelo juiz atendeu a uma ação impetrada pelo morador de um condomínio que fica às margens da Rodovia Duca Serra e que alegou “transtornos e limitação do trânsito”.
Policias federais, rodoviários federais e militares deram apoio para que ordem judicial fosse cumprida
Rita Torrinha/G1
Um dos representantes do grupo, Gesiel Vieira disse que a decisão do oficial foi a mais sensata e respeitou a categoria.
“Uma retirada imediata ia representar a derrota de uma luta que se fortaleceu durante a semana. Não queremos que tudo seja em vão. Até quarta-feira é também o tempo que esperamos que o governo já tenha uma resposta para nos dar”, encerrou o caminhoneiro.
Em reunião com a categoria na tarde de segunda-feira (28), o governo do estado indicou como proposta imediata a redução do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de 25% cobrados atualmente, para 17%. Objetivo é “contribuir” pelo fim da paralisação de caminhoneiros contra a alta do diesel.
Caminhoneiros vão liberar o acostamento da Duca Serra na quarta-feira, 23
Rita Torrinha/G1
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